Poema sobre “Caldinhos”, em Pevidém

A tigela vem a fumegar
Mas o melhor é mesmo o aroma
Que cria a vontade de devorar
Entrando numa espécie de redoma.
Atropelam-se os ingrediente amontoados
Que à nossa vista nos agrada
Em tons misteriosamente envolvidos
Resta saborear cada colherada.
Se a todos chegasse este caldinho
Certamente não haveria fome no mundo
Seria tão bom chegar a cada cantinho
Com o caldo e um sentimento profundo.
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